segunda-feira, 22 de março de 2010
Interin traz dossiê sobre estudos culturais
Ciberlegenda
trabalhos selecionados serão publicados na edição de maio de 2010. Esse número estará dedicado às relações entre realidade e ficção nas manifestações midiáticas, especialmente na produção contemporânea.
Os textos deverão ser enviados até o dia 25 de março, pelo site da Ciberlegenda, de acordo com o modelo de formatação e as diretrizes para autores. O Qualis da revista é B3.
Revista Comunicação e Linguagem
A Revista Comunicação e Linguagem, de Portugal, está com o seguinte cronograma:
Nº 41 “Design” – a sair no Outorno de 2010 (publicação)
Nº 43 “Arte e Técnica” – Outono de 2011 (publicação)
Nº 44 “Movimento” – Primavera de 2011 (publicação)
Nº 45 “Vida digital” – Outono de 2012 (publicação)
Conforme Rita Conde, secretária da revista, é preciso considerar um período de três meses antes da publicação para entrega e avaliação dos artigos. Por exemplo: a RCL nº 42, que sai no Outono de 2010, terá a submissão de artigos finalizada em julho. O Qualis da revista é B2.
O contato é info@cecl.com.pt
Novo ano, nova proposta
Grande abraço e bons estudos em 2010 para quem fica, para quem vai e para quem começa.
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Meios: expressão social da experiência?
Conforme Martino, quando se tenta definir o que é um meio de comunicação, vem à mente a idéia de transmissão, palavra que não dá mais conta do conceito de MC, que é bem mais complexo. Para MacLuhan, segundo Martino, os MC poderiam ser simulações tecnológicas do homem. Poderiam ser, também, simulações de uma capacidade mental.
Martino chamou a atenção para o fato de que os MC alteram as condições da experiência humana; de tempo e espaço, por exemplo. Os meios são moldados a partir dos usos sociais, "alteram e alargam nossa experiência".
O que já é de concordância de todos é de que as notícias são uma construção social. Os acontecimentos são moldados para gerar um valor, para gerar um cotidiano comum a todos. Os MC compõe a organização social e um acontecimento só "acontece" quando divulgados ou noticiados pelos meios de comunicação. Conforme Martino, os MC "são a expressão social da experiência".
Luiz Cláudio Martino tem "só" três mestrados enquanto nós, colegas tentamos, aos trancos e barrancos, fazer só um:
Luiz Cláudio Martino possui graduação em Psicologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); mestrado em Comunicação pela Escola de Comunicação da UFRJ; mestrado em Psicologia pela Fundação Getúlio Vargas e UFRJ; mestrado em Ciencias Sociales, Cultures et Comportaments na Université de Paris V e doutorado em Sociologia na Université de Paris V. Atualmente é professor da Universidade de Brasília e coordenador do Programa de Pós-Graduação da instituição. Atua em pesquisa nas áreas de Teoria da Comunicação, Epistemologia da Comunicação, Meios de Comunicação e Metodologia de Pesquisa.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Mídia: espetáculo, sensação, monstruosidade
O evento foi promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação (PPGCOM) da Universidade, com apoio do Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da PUCRS, e teve a participação de estudantes e professores universitários da Comunicação e de outros cursos
Moisés Martins falou sobre “Espaço Público e Media: da crise do Estado à crise da cultura”. Para ele, "nossa cultura é a da comunicação generalizada" gerada pelas novas tecnologias de comunicação e informação. Conforme Martins, vive-se num tempo acelerado e numa cultura acelerada. Neste ambiente, techné e bios se fundem e determinam a cultura e o modo de vida da atualidade. Vive-se, nas palavras de Martins "o princípio de estetização do mundo" e tudo é convertido em emoção, que é controlada pelas tecnologias. Nesse sentido, a mídia provoca as sensibilidades humanas, transverte os conteúdos em euforia, sensações e emoções. Um exemplo é a exposição pública da dor privadas, as notícias sobre acidentes, tragédias, dramas humanos. Enfim, é o espetáculo que rege as lógicas midiáticas. Como Martins afirma, o discurso sensível, efervescente e comovível substitui o discurso objetivo e frio do jornalismo referencial. O que se impõe é a lógica do pathos, do animus, da paixão. Na opinião do pesquisador, é preciso pensar em uma ética para a mídia.
"A liberdade é a incerteza". Com essa frase, Jean-Martin Rabot, deu início à sua palestra sobre “as figurações da monstruosidade nos media”. Para Rabot, a monstruosidade, apesar de trazer referências a algo externo, é uma característica ancorada no homem. Ele lembrou que os monstros nos remetem a elementos negativos, figuras combatidas pelo herói grego, por exemplo. "O monstro é a figura invertida do herói". Na opinião do pesquisador, apesar das histórias separarem o herói do monstro, o bem e o mal estão interligados e incorporado em um só ser. A religião, o politeísmo e outras culturas mostram essa fusão que inclui a monstruosidade. Para Rabot "o monstro está em nós" e isso explica as figurações e representações presentes na mídia.
sábado, 24 de outubro de 2009
Inscrições para seleção ao Mestrado em Comunicação da UFSM encerram dia 30
Após o pagamento do boleto bancário, o comprovante de inscrição deve ser entregue ou enviado dentro do prazo, junto com a documentação exigida no edital, à secretaria do Programa de Pós-Graduação em Comunicação (PPGCOM-UFSM), no prédio 21 do campus.
O Mestrado em Comunicação Midiática oferece 10 vagas, distribuídas em duas linhas de pesquisa: Mídia e Identidades Contemporâneas e Mídia e Estratégias Comunicacionais. A seleção compreende duas etapas. A primeira envolve prova de conhecimentos de caráter eliminatório e a segunda consiste em análise do curriculum e do anteprojeto de pesquisa e entrevista. Informações sobre as inscrições e o processo seletivo podem ser obtidas no edital, disponível na página da ufsm (www.ufsm.br). Dúvidas podem ser esclarecidas junto à coordenação, pelo telefone (55) 3220-8579.